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Ações de vigilância à saúde integradas à Atenção Primária à Saúde diante da pandemia

Trata-se de uma revisão de síntese integrativa com objetivo de refletir sobre os desafios atinentes às ações de vigilância em saúde no enfrentamento da COVID-19, no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), em sistemas de saúde de países selecionados. Foram incluídos, no estudo, países com modelos de APS distintos, mas que adotaram a vigilância nos territórios como premissa para o controle da transmissão da COVID-19. Houve a revisão bibliográfica da literatura científica e a análise documental de normas e diretrizes relacionadas à organização da APS para enfrentamento da pandemia. A produção dos dados ocorreu no período entre abril e julho de 2020 e envolveu a busca de documentos sobre o enfrentamento da COVID-19, no que se refere à APS, nos sites oficiais governamentais de cada país e nas bases de dados científicas Web of Science e Science Direct. Ações integradas de vigilância em saúde demonstraram atuação mais direcionada sobre riscos, sendo possível respostas inovadoras e mais efetivas para enfrentamento da COVID-19, considerando necessidades emergentes no âmbito da APS. Contudo, experiências desenvolvidas por alguns países apresentaram controvérsias éticas e operacionais além dos desafios de acesso às tecnologias decorrente das desigualdades sociais.

Leia o artigo de Nilia Maria de Brito Lima Prado e outros em https://www.scielo.br/j/csc/a/z5WSwQfqN6348KfWcnS34pL/?format=pdf&lang=pt

OBSTÁCULOS. À UNIVERSALIZAÇÃO DO SUS

À luz da análise comparada de sistemas de saúde (SS), discutimos três fenômenos estratégicos para a universalização do SUS: a) os gastos tributários em saúde; b) o financiamento estatal de planos privados de servidores públicos; c) a demanda sindical por planos privados.

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O CONCEITO DE REGIONALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Este ensaio assume que, de simples diretriz administrativa, a regionalização se tornou hoje o principal conceito de viabilização doutrinária da universalidade equitativa e integral do Sistema Único de Saúde. Leia mais

O SANEAMENTO NO CAMPO DA SAÚDE COLETIVA

Milhares de crianças no mundo ainda morrem por doenças causadas pela falta de saneamento. Entretanto, o saneamento segue quase invisível na agenda da saúde brasileira. O objetivo deste estudo é investigar a relevância dada ao tema pelos pesquisadores do campo da saúde coletiva. Leia mais

“ACCOUNTABILITY” E REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES EM SAÚDE

Em São Paulo, as desigualdades em saúde decresceram entre 2001 e 2016. Esse fato não é trivial, dada a bem conhecida dificuldade em reverter desigualdades. A partir do conceito de accountability, fundado na teoria de principal-agente, enfoca-se a implementação da política de atenção primária à saúde no município. Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA DE SAÚDE PÚBLICA E SEUS DESAFIOS NA ERA DIGITAL

Analisa-se a implementação da política pública de regulação de leitos em Unidades de Terapia Intensiva, consi­derando-se a política formulada, as condições institucionais e as estratégias utilizadas pelo estado e municípios baianos. Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA ATENÇÃO BÁSICA E PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR

O trabalho tem como objetivo identificar a percepção de gestores públicos da assistência farmacêutica em esferas subnacionais e de gerentes técnicos de instâncias colegiadas do Sistema Único de Saúde sobre os reflexos do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB), iniciativa exclusivamente federal, na gestão da assistência farmacêutica na atenção básica (Afab), de responsabilidade tripartite e operacionalizada pelos municípios. Leia mais