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NOMEAÇÕES PARA CARGOS COMISSIONADOS E GRUPOS DE INTERESSE

As nomeações públicas despertam o interesse de pesquisadores e gestores públicos já há bastante tempo, se tornando um campo importante para a compreensão das relações entre a política e a burocracia. A partir de uma revisão da literatura dos últimos 10 anos, este ensaio tem como objetivo discutir as principais motivações, critérios e desafios relacionados ao processo de escolha para os cargos públicos de livre nomeação, propondo um avanço na teoria sobre o tema, para que sejam discutidas as relações de atores externos ao setor público com os processos de nomeações públicas. Leia mais

MODERNIZAÇÃO DO ESTADO E CONSTRUÇÃO DE CAPACIDADE BUROCRÁTICA

O artigo analisa o processo de modernização do Estado brasileiro associando-o ao conceito de capacidade do Estado, em especial, a profissionalização da burocracia federal que atua na formulação e implementação de políticas públicas. O artigo conclui que, a despeito da ocorrência de múltiplos mecanismos utilizados pelos diferentes governos e regimes políticos para o recrutamento da sua burocracia, o Executivo federal sempre foi capaz de gerar capacidade para implementar suas políticas preferenciais. Leia mais

TRÊS DÉCADAS DE EVOLUÇÃO DO FUNCIONALISMO PÚBLICO

O texto apresenta a evolução do funcionalismo público brasileiro, de 1986 a 2017, analisando as principais tendências e padrões de mudança observados no período, em cada nível federativo e poder. Leia mais

DA HEGEMONIA SANITARISTA AO PREDOMÍNIO LIBERAL

Este artigo analisa a política na regulação da saúde suplementar, conduzida pela ANS. Investiga-se como as disputas de poder entre sanitaristas e liberais foram transpostas para a agência a partir das nomeações políticas para os cargos de direção e como isso influenciou a regulação da ANS entre 2000 e 2014. Leia mais

COMO MANTER A MÁQUINA PÚBLICA FUNCIONANDO NA GUERRA PANDÊMICA?

No Poder Executivo, aqueles que estão na ponta dos sistemas de políticas públicas, sobretudo em tempos de pandemia, como é o caso dos profissionais de saúde, assistência social e segurança pública, são vistos como verdadeiros heróis e protagonistas da solução dos problemas. Leia mais

A DISTRIBUIÇÃO DE CAPITAIS ENTRE A MÃO ESQUERDA E A MÃO DIREITA DA BUROCRACIA BRASILEIRA

Partindo das formulações teóricas de Pierre Bourdieu sobre o Estado, este trabalho examina dados de mais de 200 carreiras civis do Poder Executivo Federal com o objetivo de compreender como se dá a distribuição de diferentes tipos de capital na burocracia brasileira. Leia mais

BUROCRACIA, REDES SOCIAIS E INTERAÇÃO: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

Um dos enfoques da literatura sobre análise da implementação de políticas públicas observa como burocratas exercem sua discricionariedade e, assim, implementam e reformulam a política desenhada. Leia mais

PROFISSIONALIZANDO A BUROCRACIA E CONSTRUINDO CAPACIDADES

Este artigo contribui para a discussão sobre a administração pública no Brasil examinando as diferenças entre as quatro funções estatais — funções básicas, bem-estar, infraestrutura e desenvolvimento e funções emergentes — com base nos cargos e nas carreiras dos servidores públicos. Os resultados apontam distinções relativas aos papéis desempenhados pelos gerentes de médio escalão, considerando sua distribuição por funções estatais, perfil e atividades que realizam. Leia mais

INTELIGENCIA ARTIFICIAL, ROBÓTICA Y MODELOS DE ADMINISTRACIÓN PÚBLICA

O objetivo deste trabalho é analisar os riscos e oportunidades da introdução da inteligência artificial e robótica na administração pública. É essencial que as instituições públicas adotem uma estratégia proativa, isto é, aproveitem a revolução tecnológica para renovar sua capacidade técnica, mas principalmente para resolver a maioria de seus problemas conceituais e organizacionais. Leia mais

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, ROBÓTICA E MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

O objetivo deste trabalho é analisar os riscos e oportunidades da introdução da inteligência artificial e robótica na administração pública. É imperativo que as instituições públicas adotem uma estratégia pró-ativa, ou seja, para aproveitar a revolução tecnológica não só para renovar a sua capacidade técnica, mas principalmente para resolver a maioria dos seus problemas conceituais e organizacionais. Leia mais