ADESÃO À DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO ESCOLAR NO BRASIL (1989–2018)

Teorias da legitimidade possuem expectativas divergentes sobre a relação entre longevidade institucional, escolarização e apoio ao regime.

Enquanto algumas defendem que a democracia equaliza os indivíduos em termos de recursos, outras afirmam a natureza estrutural da desigualdade. O artigo testa tais expectativas analisando os efeitos da educação escolar sobre a adesão à democracia entre 1989 e 2018. Combina dados de pesquisas de opinião de diferentes institutos nacionais e internacionais sobre o Brasil e, por meio de técnicas de análises de séries temporais e modelos logísticos, não identifica evidências de ampliação do apoio à democracia entre os brasileiros. Aponta ainda, que fatores de curto prazo interferem nas medidas de apoio e satisfação com o regime e que os efeitos da escolaridade sobre atitudes democráticas são relevantes, especialmente sobre a adesão normativa.

Leia o artigo de Julian Borba e Ednaldo Aparecido Ribeiro em https://www.scielo.br/j/es/a/skht45jG8XkczQhPfz8btnH/?format=pdf&lang=pt

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