AMBIENTES COLABORATIVOS DE E-SAÚDE: O PAPEL AMPLIADO DOS AGENTES DE SAÚDE

A literatura tem discutido o impacto das Tecnologias de Informação e Comunicação na promoção da saúde, na educação em saúde e nas aplicações para se promover a mudança nos comportamentos em relação a isso. O objetivo deste artigo é descrever as propriedades da Web 2.0 que devem convergir para uma plataforma de colaboração peer-to-peer, com a mediação de um agente de saúde. Esse sistema deve fornecer um espaço onde as pessoas podem não só receber informações, mas também trocar ideias e experiências sobre como lidar com as condições resultantes das doenças causadas pelo vírus Zika, como a microcefalia. A microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça e o cérebro da criança são significativamente menores do que aqueles da mesma idade e sexo, o que pode causar uma série de problemas genéticos. O risco de uma epidemia de Zika é real. Ele afeta principalmente pessoas em países pobres, como o Brasil, que tem a responsabilidade social para enfrentar o desafio de apoiar centenas de famílias. Os projetos oficiais de e-Health geralmente se concentram apenas em gerentes de serviços de saúde, profissionais e parceiros de pesquisa. Sugere-se um design que inclua o agente da saúde, a família e as partes interessadas como os criadores de conteúdo, capazes de atuar peer-to-peer e bottom-up. Isso pode ser útil em países em desenvolvimento com contextos de saúde semelhantes ao brasileiro.

Leia o artigo de Maria José Vicentini Jorente e outros em http://www.scielo.br/pdf/tinf/v31/0103-3786-tinf-31-e170059.pdf

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *